HISTÓRIA DO PLÁSTICO

Por volta de 1860, o inglês Alexandre Pakers iniciou alguns estudos com o nitrato de celulosa, um tipo de resina que ganhou o nome de “Parkesina”. O material era utilizado em estado sólido e tinha como características principais flexibilidade, resistência à água, cor opaca e de fácil pintura.

Amostras do que podemos considerar o antecessor do material plástico foram apresentadas por Parker, em 1862, em uma exposição internacional em Londres. No mesmo ano, Jonh Wesle Hyatt (1837-1920) iniciou pesquisas para desenvolver um material que fosse semelhante ao marfim, impulsionado por um concurso lançado por uma empresa fabricante de bolas de bilhar, que estava enfrentando dificuldades em comprar sua matéria-prima e que oferecia 10 mil dólares como premiação.

Em 1870 Hyatt aperfeiçoou a celuloide e conseguiu, então, a primeira-matéria prima plástica artificial. O nome celuloide só foi registrado em 1872, se tonando um sucesso nos anos seguintes e acabou, por definir, a nomenclatura das matérias plásticas que foram criadas a partir de sua utilização.

O POLIESTIRENO surgiu em meados dos anos 1930, mas só começou a ser comercializado em 1936, na Alemanha.

Surge, em 1949 a primeira fábrica de POLIESTIRENO, a Bakol S.A, em São Paulo. Logo, então, começou a comercialização do POLIESTIRENO DE ALTO IMPACTO (material utilizado para a fabricação de PEÇAS PLÁSTICAS, como os GABINETES PARA MONTAGEM DE ELETRÔNICA, produzidos pela EPLAX).

Nos anos 60, F. H. Lambert desenvolveu um processo de moldagem de POLIESTIRENO expandido, que possibilitou a substituição de uma série de matérias-primas utilizadas pelo homem há milhares de anos, como: o vidro, madeira, algodão, celulose e metais. Além disso, possibilitou o acesso a bens de consumo pela população de baixa renda quando substituiu matérias-primas de origem animal, como: o couro, lã e marfim.

Depois da descoberta de materiais como POLIESTIRENO, polietileno, PVC, Nylon e poliéster, outros materiais plásticos, com características físico-mecânincas, começaram a nascer, com alta resistência ao calor: os chamados tecnopolímetos ou polímeros para engenharia.

Após 1945, a matéria-prima plástica entrou de vez na vida das pessoas, substituindo o aço (que predominava na época) e mudou o conceito de forma, ergonomia e a utilidade de objetos que o homem estava acostumado a utilizar em seu dia-a-dia.

Surgiram, então, demandas para os produtos descartáveis, artigos para o lazer, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, PEÇAS TÉCNICAS e outros.

Hoje, o plástico é considerado essencial para o progresso da humanidade.

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